Há mais de 5 décadas, o mundo vive uma imensa crise pela divisão entre drogas lícitas e ilícitas. O uso das lícitas, por estarem mal regulamentadas, trazem majoração dos danos; as ilícitas, por estarem na óbvia ilegalidade, trazem a majoração dos danos pela violência a elas associadas, além do desconhecimento de sua origem, qualidade etc.

O Brasil se depara com a Redução de Danos (RD) através da estratégia de enfrentamento ao HIV/AIDS entre usuários de drogas injetáveis. A partir daí se apropria da Estratégia de RD e cresce a compreensão de que um olhar que leve em conta o sujeito e seus usos, e não uma imposição de um estado imediato de abstinência, oferece não só mais opções, como também melhores resultados.
Passamos então a capacitar os equipamentos de saúde, criar outros específicos como os CAPS AD e tantos outros equipamentos da RAPS. A compreensão de que não é a(o) profissional quem dita o tratamento, mas sim que constrói junto com a(o) usuária(o) baseado nas possibilidades e desejos daquela pessoa, é muito mais exitosa e, ao mesmo tempo, mais trabalhosa.

Hoje, com o decreto presidencial, em que a abstinência retoma um local de “resolução única” traz à tona uma estratégia que já falhou. Com a abolição da Redução de Danos, o reforço total ao internamento e tratamento sob a ótica obtusa da imposição da abstinência o país revive e reacende o caos. Retoma à lógica manicomial, à lógica centrada na receita de “eu sei o que é melhor para você”, ignora pesquisas, ignora os avanços científicos e mergulha – profissionais de saúde e usuárias(os) – no caos.

Somos defensoras(es) dos direitos humanos, do direito de escolha, do tratamento singular, do apoio entre pares, da construção das políticas públicas a partir e com as(os) usuárias(os).

A psicologia sofre com isso um corte imenso nas ferramentas que nossas(os) profissionais na ponta poderiam utilizar no enfrentamento da questão. E usuárias(os) e familiares, sociedade em geral sofrem com a promessa vã de uma política antiga, ultrapassada, falida, falaciosa e desprovida de qualquer embasamento científico.

Nós do grupo FORCA E INOVAÇÃO vimos a público declarar que a anacrônica política de álcool e outras drogas (baseada unicamente na abstinência, comprovadamente ineficaz, pela história e pelas evidências científicas) FERE princípios fundamentais dos direitos humanos e do SUS, comprometendo não somente o acolhimento e tratamento das(os) usuárias(os) e familiares, mas atingindo também toda a categoria profissional da Psicologia que trabalha arduamente na ponta, limitando suas estratégias e ferramentas, DESQUALIFICANDO a comprovada lógica da REDUÇÃO DE DANOS e todo embasamento científico.

Somos FORÇA E INOVAÇÃO e seguiremos lutando contra retrocessos!Há mais de 5 décadas, o mundo vive uma imensa crise pela divisão entre drogas lícitas e ilícitas. O uso das lícitas, por estarem mal regulamentadas, trazem majoração dos danos; as ilícitas, por estarem na óbvia ilegalidade, trazem a majoração dos danos pela violência a elas associadas, além do desconhecimento de sua origem, qualidade etc.

O Brasil se depara com a Redução de Danos (RD) através da estratégia de enfrentamento ao HIV/AIDS entre usuários de drogas injetáveis. A partir daí se apropria da Estratégia de RD e cresce a compreensão de que um olhar que leve em conta o sujeito e seus usos, e não uma imposição de um estado imediato de abstinência, oferece não só mais opções, como também melhores resultados.
Passamos então a capacitar os equipamentos de saúde, criar outros específicos como os CAPS AD e tantos outros equipamentos da RAPS. A compreensão de que não é a(o) profissional quem dita o tratamento, mas sim que constrói junto com a(o) usuária(o) baseado nas possibilidades e desejos daquela pessoa, é muito mais exitosa e, ao mesmo tempo, mais trabalhosa.

Hoje, com o decreto presidencial, em que a abstinência retoma um local de “resolução única” traz à tona uma estratégia que já falhou. Com a abolição da Redução de Danos, o reforço total ao internamento e tratamento sob a ótica obtusa da imposição da abstinência o país revive e reacende o caos. Retoma à lógica manicomial, à lógica centrada na receita de “eu sei o que é melhor para você”, ignora pesquisas, ignora os avanços científicos e mergulha – profissionais de saúde e usuárias(os) – no caos.

Somos defensoras(es) dos direitos humanos, do direito de escolha, do tratamento singular, do apoio entre pares, da construção das políticas públicas a partir e com as(os) usuárias(os).

A psicologia sofre com isso um corte imenso nas ferramentas que nossas(os) profissionais na ponta poderiam utilizar no enfrentamento da questão. E usuárias(os) e familiares, sociedade em geral sofrem com a promessa vã de uma política antiga, ultrapassada, falida, falaciosa e desprovida de qualquer embasamento científico.

Nós do grupo FORCA E INOVAÇÃO vimos a público declarar que a anacrônica política de álcool e outras drogas (baseada unicamente na abstinência, comprovadamente ineficaz, pela história e pelas evidências científicas) FERE princípios fundamentais dos direitos humanos e do SUS, comprometendo não somente o acolhimento e tratamento das(os) usuárias(os) e familiares, mas atingindo também toda a categoria profissional da Psicologia que trabalha arduamente na ponta, limitando suas estratégias e ferramentas, DESQUALIFICANDO a comprovada lógica da REDUÇÃO DE DANOS e todo embasamento científico.

Somos FORÇA E INOVAÇÃO e seguiremos lutando contra retrocessos!Há mais de 5 décadas, o mundo vive uma imensa crise pela divisão entre drogas lícitas e ilícitas. O uso das lícitas, por estarem mal regulamentadas, trazem majoração dos danos; as ilícitas, por estarem na óbvia ilegalidade, trazem a majoração dos danos pela violência a elas associadas, além do desconhecimento de sua origem, qualidade etc.

O Brasil se depara com a Redução de Danos (RD) através da estratégia de enfrentamento ao HIV/AIDS entre usuários de drogas injetáveis. A partir daí se apropria da Estratégia de RD e cresce a compreensão de que um olhar que leve em conta o sujeito e seus usos, e não uma imposição de um estado imediato de abstinência, oferece não só mais opções, como também melhores resultados.
Passamos então a capacitar os equipamentos de saúde, criar outros específicos como os CAPS AD e tantos outros equipamentos da RAPS. A compreensão de que não é a(o) profissional quem dita o tratamento, mas sim que constrói junto com a(o) usuária(o) baseado nas possibilidades e desejos daquela pessoa, é muito mais exitosa e, ao mesmo tempo, mais trabalhosa.

Hoje, com o decreto presidencial, em que a abstinência retoma um local de “resolução única” traz à tona uma estratégia que já falhou. Com a abolição da Redução de Danos, o reforço total ao internamento e tratamento sob a ótica obtusa da imposição da abstinência o país revive e reacende o caos. Retoma à lógica manicomial, à lógica centrada na receita de “eu sei o que é melhor para você”, ignora pesquisas, ignora os avanços científicos e mergulha – profissionais de saúde e usuárias(os) – no caos.

Somos defensoras(es) dos direitos humanos, do direito de escolha, do tratamento singular, do apoio entre pares, da construção das políticas públicas a partir e com as(os) usuárias(os).

A psicologia sofre com isso um corte imenso nas ferramentas que nossas(os) profissionais na ponta poderiam utilizar no enfrentamento da questão. E usuárias(os) e familiares, sociedade em geral sofrem com a promessa vã de uma política antiga, ultrapassada, falida, falaciosa e desprovida de qualquer embasamento científico.

Nós do grupo FORCA E INOVAÇÃO vimos a público declarar que a anacrônica política de álcool e outras drogas (baseada unicamente na abstinência, comprovadamente ineficaz, pela história e pelas evidências científicas) FERE princípios fundamentais dos direitos humanos e do SUS, comprometendo não somente o acolhimento e tratamento das(os) usuárias(os) e familiares, mas atingindo também toda a categoria profissional da Psicologia que trabalha arduamente na ponta, limitando suas estratégias e ferramentas, DESQUALIFICANDO a comprovada lógica da REDUÇÃO DE DANOS e todo embasamento científico.

Somos FORÇA E INOVAÇÃO e seguiremos lutando contra retrocessos!Há mais de 5 décadas, o mundo vive uma imensa crise pela divisão entre drogas lícitas e ilícitas. O uso das lícitas, por estarem mal regulamentadas, trazem majoração dos danos; as ilícitas, por estarem na óbvia ilegalidade, trazem a majoração dos danos pela violência a elas associadas, além do desconhecimento de sua origem, qualidade etc.

O Brasil se depara com a Redução de Danos (RD) através da estratégia de enfrentamento ao HIV/AIDS entre usuários de drogas injetáveis. A partir daí se apropria da Estratégia de RD e cresce a compreensão de que um olhar que leve em conta o sujeito e seus usos, e não uma imposição de um estado imediato de abstinência, oferece não só mais opções, como também melhores resultados.
Passamos então a capacitar os equipamentos de saúde, criar outros específicos como os CAPS AD e tantos outros equipamentos da RAPS. A compreensão de que não é a(o) profissional quem dita o tratamento, mas sim que constrói junto com a(o) usuária(o) baseado nas possibilidades e desejos daquela pessoa, é muito mais exitosa e, ao mesmo tempo, mais trabalhosa.

Hoje, com o decreto presidencial, em que a abstinência retoma um local de “resolução única” traz à tona uma estratégia que já falhou. Com a abolição da Redução de Danos, o reforço total ao internamento e tratamento sob a ótica obtusa da imposição da abstinência o país revive e reacende o caos. Retoma à lógica manicomial, à lógica centrada na receita de “eu sei o que é melhor para você”, ignora pesquisas, ignora os avanços científicos e mergulha – profissionais de saúde e usuárias(os) – no caos.

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A psicologia sofre com isso um corte imenso nas ferramentas que nossas(os) profissionais na ponta poderiam utilizar no enfrentamento da questão. E usuárias(os) e familiares, sociedade em geral sofrem com a promessa vã de uma política antiga, ultrapassada, falida, falaciosa e desprovida de qualquer embasamento científico.

Nós do grupo FORCA E INOVAÇÃO vimos a público declarar que a anacrônica política de álcool e outras drogas (baseada unicamente na abstinência, comprovadamente ineficaz, pela história e pelas evidências científicas) FERE princípios fundamentais dos direitos humanos e do SUS, comprometendo não somente o acolhimento e tratamento das(os) usuárias(os) e familiares, mas atingindo também toda a categoria profissional da Psicologia que trabalha arduamente na ponta, limitando suas estratégias e ferramentas, DESQUALIFICANDO a comprovada lógica da REDUÇÃO DE DANOS e todo embasamento científico.

Somos FORÇA E INOVAÇÃO e seguiremos lutando contra retrocessos!