O debate sobre o Exercício Profissional da Psicologia é permeado por diversas pautas. Entre elas, há destaque para as questões técnicas e éticas da prática profissional, as quais nos levam à reflexão sobre qualificação e princípios éticos da profissão. Contudo, falar sobre exercício profissional é falar, também, sobre as relações de trabalho e as condições de trabalho às quais as(os) psicólogas(os) estão sujeitas.

Por vezes, a categoria é levada a jornadas de trabalhos extenuantes, remuneração aviltante, formas de contratação inadequadas, vínculos de trabalho frágeis, falta de valorização profissional e interferência desrespeitosa quanto à autonomia profissional.

Nesse sentido, o Grupo Força e InovAção acredita que trabalhar pela valorização da(o) profissional da Psicologia inclui a defesa das seguintes pautas:
☑️Trabalhar pela aprovação do piso salarial;
☑️Defender a jornada de trabalho de 30 horas;
☑️Agir contra os editais de concursos públicos que desvalorizem a profissão;
☑️Atuar contrariamente a formas inadequadas de contratação, a exemplo dos pregões;
☑️Intervir na relação aviltante entre as instâncias públicas e privadas, que desrespeitam a autonomia da(o) psicóloga(o).

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